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Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
Apesar de ser mestre em Linguística e ter toda a minha vida acadêmica voltada para o ensino de línguas, sempre fui amante da literatura, devoradora de livros, filmes e séries. Sempre tive um sonho: escrever. Durante muito tempo, o medo de fracassar me impediu de realizar esse sonho, mas uma grande amiga me incentivou e me deu a coragem de enfrentar meus fantasmas e graças a ela eu hoje posso dizer que me sinto uma pessoa melhor, mais confiante e absolutamente ciente do meu potencial.

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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Capítulo 43 - Brian


Narrado por Brian

Meu anjo havia prometido que voltaria em setembro e eu não via a hora de encontrá-la de novo. Quando Linda e Gabriel finalmente nasceram, eu podia ver a emoção estampada nos rostos dos meus pais. Ainda me lembro como se fosse hoje quando meu pai, com o rosto banhado em lágrimas, voltou à sala de espera do hospital onde a família esperava apreensiva por notícias. Minha mãe tinha escorregado em um piso molhado e a queda tinha provocado uma forte hemorragia. Meu coração ainda fica apertado ao me lembrar da cena: meu pai chorava nervoso carregando minha mãe que se contorcia de dor em seus braços. Ele entrou com ela no banco de trás do carro e a segurava como se ela fosse feita de cristal. Meu avô tomou o volante e partiu fritando o asfalto a caminho do hospital enquanto eu chorava, gritava e esperneava nos braços do tio Emmett que me segurava em um aperto de aço me impedindo de ir com eles. Eu era apenas um menino de onze anos vendo a mãe sendo levada às pressas para o hospital toda ensangüentada. Acho que nunca tinha sentido um medo tão grande em toda a minha vida.
As intermináveis horas de espera por notícias tinham sido angustiantes e eu tremia no colo do meu tio quando meu pai entrou chorando na sala de espera. Quando ele anunciou que minha mãe e meus irmãos estavam bem, meu coração disparou e uma alegria imensa me invadiu quase a ponto de explodir o meu peito. A família inteira se abraçou chorando aliviada, apenas Sofia, que na época tinha cinco anos, nos olhava confusa, sem entender porque nós riamos e chorávamos ao mesmo tempo. Meu pai a pegou no colo e encheu suas bochechas gordinhas e rosadas de beijos.
_ Papai tá tiste? – ela perguntou ao ver seu rosto molhado pelas lágrimas.
_ Não, bonequinha, o papai está muito feliz! - ele respondeu secando as lágrimas e colando a testa na dela.
_ Então por que tá cholando? – ela perguntou já querendo chorar também.
_ O papai está chorando de felicidade, amorzinho! Seus irmãozinhos nasceram e são lindos como você, bonequinha! – ele disse rodando Sofia no ar e todos riam com a gargalhada gostosa que ela dava.
Quando entrei no quarto para ver minha mãe, ela tinha um enorme sorriso em seu lindo rosto ainda pálido. Eu estava ansioso para ver meus irmãos, mas tínhamos que esperar que os médicos concluíssem todos os exames para terem certeza de que a queda não tinha deixado seqüelas. Quando eles finalmente foram levados para o quarto eu tive a certeza de que o meu anjo tinha cumprido a sua promessa. Os olhos verdes de Linda não deixavam dúvidas de que meu anjo estava ali. Ela era a cópia exata da minha mãe, apenas os olhos eram idênticos aos do meu anjo. Gabriel, por sua vez, era a mistura perfeita dos meus pais e tinha os olhos castanhos na exata tonalidade dos de minha mãe. Depois dos gêmeos meus pais decidiram “fechar a fábrica”. Na verdade, eu acho que meu pai ficou com tanto medo de perder minha mãe no parto dos gêmeos que não quis correr mais riscos.
Nossa família não parava de aumentar. Alguns meses depois do nascimento dos gêmeos, tia Alice teve o Richard, Rick como a família o chama. Ela descobriu que estava grávida logo depois que voltamos da viagem a Nova Iorque. Tio Emmett cismou de empatar o jogo com o meu pai e acabou quebrando a cara. Tia Rose teve mais duas meninas: Anna e Valentina. É claro que meu pai não deixou de curtir com a cara dele. Além de dizer que os espermas do tio Emmett eram afeminados ele ainda começou a espalhar pelo hospital que tio Emmett tinha deixado de ser fornecedor do varejo e passou a ser fornecedor no atacado. Meu tio quase surtou com as piadinhas dos colegas o que fazia meu pai, tio Jasper e tio Jake se contorcerem de tanto rir.
Por falar no tio Jake, ele e tia Leah não tiveram mais filhos, mas quando a irmã de tia Leah morreu de repente, deixando Seth sozinho no mundo, eles decidiram adotá-lo. Mas independente das brincadeiras e das tragédias, o fato era que meu avô e minha avó simplesmente adoravam ter sempre a casa cheia de crianças aos domingos. Era o dia em que os filhos e os netos passavam o dia com eles. A bagunça era geral, um monte de crianças se jogando alucinadas dentro da piscina e molhando quem estivesse por perto. Tardes e mais tardes de filmes de aventura regados a pipoca e refrigerante que sempre acabavam em guerra de pipoca e almofadas. Noites do pijama em que até os adultos participavam e quase nos matavam de medo contando histórias de terror. As viagens de férias eram sempre as melhores. Nossos pais se divertiam com a criançada correndo enlouquecida pela praia ou pela Disney. Onde quer que nós fôssemos a festa estava garantida.
Mesmo depois de tantos anos, nós ainda somos super unidos. Alguns mais unidos do que os outros. Seth e Sofia estão namorando há um ano. No início, eu e meu pai quase surtamos porque na época Seth já tinha 25 e Sofia tinha somente 18 anos. A maior preocupação do meu pai nem era a diferença de idade ou dúvidas sobre a boa índole de Seth. Ele o conhecia desde que Seth tinha 7 anos e sabia o tipo de criação que ele teve. O problema era que como Sofia estava entrando para a faculdade e Seth já estava se formando e voltando para Edmonds, meu pai tinha medo que Sofia não agüentasse ficar longe dele e acabasse se prejudicando nos estudos ou desistindo de estudar. Felizmente isso não aconteceu. Sofia já está no segundo ano da faculdade de Letras e é uma das melhores alunas da turma. O único problema é que ela foi descoberta por um olheiro de uma agência de modelos e acabou fechando contrato com uma grife famosa de lingerie. Meu pai no começo não gostou da ideia, mas Sofia consegue tudo o que quer com ele e hoje ele fica todo bobo toda vez que surge uma foto dela nas revistas de moda. Minha mãe e minhas tias acham isso o máximo. Acho que só Seth e eu não ficamos nada contentes com essa história. É claro que a gente a apóia em tudo, mas é dose pra leão ficar escutando nossos amigos dizendo que ela é gostosa e outras coisas que eu prefiro nem lembrar. Embora muitas vezes eu desejasse partir a cara de algumas pessoas, eu já tive que segurar Seth várias vezes porque ele queria partir pra cima de uns engraçadinhos que fizeram comentários indecentes sobre a minha irmã. Apesar do ciúme louco que ele sente, o namoro deles está cada vez mais firme.
Jacob e Sarah acabaram de completar 15 anos e estão de namorico com Linda e Gabriel que estão com 14. Como diz o tio Jake, parece que a família Black e a família Cullen resolveram abrir sociedade e casar os filhos. Meus pais morrem de rir com as palhaçadas do tio Jake, mas eu sei que o Dr. Cullen vigia a Linda de perto. Já o Gabriel, ele deixa solto, tio Jake que vigie a própria filha. Não sei se o namoro de Gabriel e Sarah vai adiante por muito tempo, me parece mais um namoro de escola. Já Linda e Jacob, apesar de muito novos, me parecem realmente apaixonados. É lindo ver o brilho nos olhos dos dois quando estão juntos. A relação deles me lembra muito a dos meus pais. Jacob é sempre muito super protetor em relação a Linda. Ela às vezes reclama com ele, mas eu sei que é só pra fazer charme porque ela já me disse que adora esse jeito dele. Ela pode ser novinha, mas tem o Jacob nas mãos e ele faz tudo o que ela pede.
Valentina e Anna estão com 13 anos e eu já percebi uns olhares meio suspeitos entre Valentina e Richard que está com 14. Parece que ainda não rolou nada entre os dois, mas duvido que demore a acontecer. Como estudam na mesma classe, eles usam a desculpa de estudar para as provas e ficam sempre pelos cantos de conversas e segredinhos. A sorte do Richard é que o tio Emmett ainda não percebeu isso porque na hora em que ele pegar os dois a cobra vai fumar.
Ashley está com 17 anos e não pensa em namorar tão cedo. Ela quer fazer faculdade de moda assim como Nicole e Melinda que estão com 18 anos. Nicole também diz que não pensa em namorar por enquanto, mas Mel já me contou que quando Nicole e Ashley saem para as baladas elas aprontam todas. Se tio Emmett e tio Jasper ficarem sabendo de uma coisa dessas acabam trancando as duas em um convento.
Meus pais continuam a cada dia mais apaixonados e eu sempre sonhei encontrar alguém que me completasse como eles se completam, mas quando isso aconteceu, eu praticamente surtei. Eu já estava na faculdade e tinha 21 anos na época. Fazia um bom tempo que eu não via a minha família e quando voltei para casa nas férias de final de ano, meu mundo virou de cabeça para baixo.  Eu não conseguia acreditar que aquela moça linda que estava parada na sala da casa dos meus avós era a minha prima Melinda. Fiquei parado na porta da sala feito um idiota sem conseguir me mexer olhando para ela. Esqueci-me completamente do resto da família ali presente admirando aquela menina de apenas 15 anos com um corpão de mulher que tinha me enfeitiçado com um simples olhar. Eu não sabia como agir, acho que tremia e suava porque meu pai veio em minha direção, me abraçou rindo baixinho e sussurrou no meu ouvido:
_ Disfarça, moleque, senão seu tio Emmett te capa!
_ Pai, eu estou ferrado! – foi a única coisa que eu consegui responder provocando uma gargalhada estrondosa no meu pai. 
Depois disso, toda a família veio me abraçar, mas eu só tinha olhos para a Mel que também não tirava os olhos de mim. Quando ela se aproximou de mim e me abraçou apertado eu fechei os olhos sorrindo e inalando seu perfume. Só me dei conta de que ainda estávamos grudados um no outro quando ouvi alguém pigarrear perto de nós. Felizmente, era o meu pai que me olhava com um sorriso satisfeito e ao mesmo tempo sacana no rosto. Tio Emmett estava distraído com tia Rose e minha mãe. Acho que elas perceberam e fizeram de propósito.  Com muita dificuldade me desvencilhei do abraço e imediatamente senti sua falta. Meu pai, percebendo meu estado, me chamou para conversarmos no escritório do meu avô. Eu pensei que ele fosse me passar um sermão, afinal eu era um homem prestes a completar 22 anos e estava completamente vidrado por uma menina de 15.
Eu não menti para o meu pai quando ele me perguntou o que eu estava sentindo. Nossa relação sempre foi baseada na confiança mútua e ele me conhecia tão bem que mesmo se eu mentisse, ele não se deixaria enganar. Contei pra ele todas as sensações que tomaram conta do meu corpo e da minha mente desde o momento em que bati os olhos em Mel, mas também confessei que me sentia quase um pedófilo, um pervertido, por me sentir tão atraído por ela. Ao contrário do que eu esperava meu pai não me reprovou. Ele apenas me pediu para que eu fosse mais cuidadoso e que, antes de tomar qualquer atitude, eu deveria ter certeza absoluta do que eu estava sentindo porque ele não queria que Mel ou eu saíssemos daquilo tudo magoados. Eu prometi a ele que iria refletir sobre aquilo tudo e ele me garantiu que, qualquer que fosse a minha decisão, ele estaria sempre do meu lado pra me apoiar.
As duas primeiras semanas de férias foram um verdadeiro tormento para mim. Mel não saía da minha cabeça e, pra piorar a minha situação, como ela e Sofia eram muito amigas, ela não saía da minha casa também. Eu tentava evitá-la ao máximo, mas aquilo me machucava demais. Era insuportável saber que ela estava dentro da minha casa e ter que fugir dela enquanto o que eu mais queria era ficar ao seu lado, tocá-la, senti-la. Uma mistura de paixão, desejo e culpa me atormentava 24 quatro horas por dia e eu estava mais perdido a cada instante. Quando meu olhar encontrava com o dela, minha vontade era de correr até ela, abraçá-la, beijá-la e não deixar que ela se afastasse de mim nunca mais. Mas logo em seguida vinha o sentimento de culpa através daquela maldita voz que repetia em minha cabeça “ela é só uma criança, Brian”. Deus! Como eu queria que aquela voz me deixasse em paz!
Meu desespero chegou ao limite no Natal. Era o aniversário de 16 anos de Nikki e Mel. Tio Emmett e tia Rose decidiram fechar uma boate e fazer a festa de aniversário delas lá. A boate estava lotada com todos os amigos dos meus irmãos e dos meus primos. Mel estava deslumbrante em um vestido preto tomara-que-caia colado no corpo que cobria somente metade das suas coxas. Ela e as meninas estavam na pista de dança e eu não conseguia tirar meus olhos de cima dela. Mel exalava sensualidade enquanto dançava de olhos fechados e sem perceber chamava a atenção de vários rapazes que acabaram formando uma rodinha em volta dela. De repente, um deles ousou se aproximar e tocar sua cintura grudando seu corpo no dela por trás. Ela abriu os olhos surpresa e tentou de desvencilhar das mãos dele, mas ele insistia em dançar com ela. Naquele momento meu sangue ferveu. Quando dei por mim, eu já tinha descido as escadas para a pista de dança e tinha derrubado o rapaz no chão. Ele se levantou rapidamente querendo me encarar.
_ Qual é a tua, cara? Eu estou dançando com a garota! – ele disse me enfrentando – Quem você pensa que é?
_ Eu sou o namorado dela, babaca! Vaza daqui antes que eu detone a tua cara! – eu respondi avançando na direção dele.
Naquela altura dos acontecimentos, meu pai, tio Emmett, tio Jasper e tio Jake já tinham descido para evitar uma briga mais séria. Eu via tudo vermelho e só pensava em arrebentar a cara daquele sujeito por ter ousado tocar a minha Mel. Meu pai e tio Jake me seguravam pelos braços tentando me impedir de avançar pra cima dele. Tio Emmett cresceu pra cima do sujeito que tratou de correr antes de apanhar. Somente depois que ele tinha sumido das nossas vistas meu pai e tio Jake me soltaram. Senti meu coração apertado no peito ao olhar para Mel que chorava assustada nos braços do tio Jasper. Eu não consegui me segurar. Corri até ela e a abracei com força sem me importar com os olhares de todos. Eu só queria que ela parasse de chorar, porque vê-la assim tão fragilizada estava acabando comigo.
_ Me perdoa, docinho! Eu não queria te assustar! – eu sussurrei em seu ouvido.
_ Não me deixa, fica comigo! – ela disse entre soluços fazendo meu coração disparar no peito – Eu preciso de você!
_ Eu não vou a lugar algum! – eu disse secando suas lágrimas e colando nossas testas – Eu quero muito ficar com você, mas eu preciso conversar com o seu pai antes de qualquer coisa.
Ela abriu um sorriso tão lindo que eu me perdi mais uma vez olhando para ela e não resisti. Dei um selinho demorado em seus lábios antes de me virar para procurar meu tio. Foi mais fácil do que eu jamais poderia imaginar. Meu tio já estava sabendo de tudo. Ele havia conversado com meu pai dias antes porque ele tinha percebido que Mel andava meio deprimida e, em uma conversa de pai para filha, ela havia confessado que estava apaixonada por mim, mas que achava que eu não sentia o mesmo porque vivia evitando ficar perto dela. Meu pai já havia explicado para ele o que eu sentia em relação a ela e que eu me sentia culpado por ela ser ainda muito nova, por isso a evitava.
Quando meu tio me abraçou me dando a benção para namorar a Mel, eu senti como se o peso do mundo tivesse sido tirado dos meus ombros. Aquele foi o melhor presente de Natal que eu poderia ganhar. Passamos o resto das férias grudados um no outro e eu me sentia como um adolescente perto dela.
Quando a hora de voltar para a faculdade chegou, foi muito difícil partir e deixá-la para trás. Nós nos falávamos pelo telefone ou pelo MSN todas as noites, mas ainda assim não era o suficiente para aplacar a falta que eu sentia dela. Muitas vezes, depois de falar com ela eu chorava por horas sentindo o peito sufocado de saudades.
Agora eu podia entender perfeitamente o amor desesperado que meu pai sentia pela minha mãe. Meu amor por Mel era exatamente assim. Eu tive a prova disso no semestre passado quando Sofia me ligou dizendo que Mel tinha sofrido um acidente de carro. Mesmo com Sofia me jurando que ela estava bem e que só tinha quebrado o braço, eu não sosseguei enquanto não peguei um avião de volta para casa. Eu não me importava se perderia alguma prova ou se seria reprovado em alguma matéria. Tudo o que eu queria era estar perto do meu docinho e ter a certeza de que ela estava bem. Durante o vôo, minha ansiedade era tão grande que eu cheguei a pensar em invadir a cabine do piloto e mandar que ele acelerasse aquela porcaria de avião ao máximo.
Quando desembarquei, Sofia me esperava no saguão do aeroporto. No caminho para o hospital, eu acelerava o carro forçando o motor ao limite máximo. Larguei o carro de qualquer jeito no estacionamento do hospital e corri feito um louco pelos corredores até chegar ao quarto onde ela estava. Somente quando a vi dormindo tranquila com um gesso imobilizando o braço direito eu voltei a respirar normalmente. Ela passaria aquela noite em observação e eu pedi para ficar com ela. Fiquei velando seu sono enquanto acariciava seu rosto delicado e seus cabelos sedosos.  De repente me dei conta de que o medo que eu tinha sentido ao ver minha mãe ser carregada às pressas para o hospital quando os gêmeos nasceram não era nem um milésimo do medo que eu senti de perder minha Mel. Eu a sentia tão frágil, tão indefesa que a minha vontade era largar tudo e ficar ali para sempre com ela, mas eu sabia que precisava voltar. No dia seguinte, depois de deixá-la em casa eu peguei o avião de volta para a faculdade. Era o meu último semestre e eu me agarrei a esse pensamento para agüentar me separar de Mel mais uma vez. Eu sabia que em breve estaríamos juntos novamente.
O tempo pareceu se compadecer de mim e realmente passou rápido. Estou voltando hoje para Edmonds e não vejo a hora de rever meu docinho. Só eu sei a falta que ela me faz, como é insuportável ficar longe dela. Já conversei com meu pai e com tio Emmett e Mel ainda não sabe que eu estou voltando hoje. Minha avó está preparando um jantar especial e a família toda estará presente quando eu chegar de surpresa. Estou ansioso e com medo. O anel está comprado e hoje eu faço o pedido que, se for aceito, vai me fazer o homem mais feliz do mundo.

Mas esta é uma outra história...   


Fim 

4 comentários:

  1. É a quarta ou quinta vez que eu leio esse capitulo. KKK Ai ansiosa demais para a próxima temporada. Preciso de Brian e Mel.

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  2. Eu estou bastante ansiosa para a próxima Temporada!!!!
    Brian e Mel UHHUUUU.
    Quero a temporada bem rapido. kk

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  3. Oi Anne,
    Eu também estou super ansiosa pra começar a segunda temporada, mas o tempo anda escasso. Juro que assim que eu conseguir respirar eu começo a escrever.
    Bj
    Sonia

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  4. Oi Mrs. Jonas,
    Vou tentar começar a segunda temporada o mais rápido possível. Também não aguento mais de ansiedade para começar a escrever.
    Bj
    Sonia

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